“Agora a história de uma rica família que perdeu tudo, e de seu filho, que não teve outra escolha a não ser manter todos juntos… É o Arrested Development!”

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Arrested Development é uma comédia interessante, um pouco diferente do tradicional. Esta série foi ao ar em 2003 e durou 3 temporadas, sendo cancelada em 2006. E 7 anos depois, a Netflix trouxe-a devolta com 15 episódios e surpreendentemente com o elenco completo (muita grana deve ter rolado pra essa galera voltar)!

A série conta a história de Michael Bluth, filho do meio de uma rica família e herdeiro de uma empresa Imobiliária, a Bluth Company. Michael se vê em sérios problemas quando seu pai, George Bluth é preso por estar envolvido em esquemas de corrupção e ele, o único “sensato” da família precisa colocar as coisas nos eixos. Ele então decide controlar a empresa (ou ao menos tentar) e para isso ele vai precisar manter sua família em ordem, família essa que por anos foi mimada e bancada pelo patriarca.

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A família é formada pela mãe Lucille, uma socialite que sempre viveu de glamour; Seus irmãos Buster e Gob, um cartógrafo mimado e um mágico fracassado, respectivamente; a irmã gêmea fútil Lindsay, obcecada por moda e casada com Tobias, um médico psiquiatra que perdeu sua licença e sonha em ser ator. Sim, essa é a “família perfeita” que Michael Bluth precisa dar conta, além de ter que criar seu filho George Michael, que é apaixonadinho pela prima, Meaby!

A série faz uma brincadeira com aqueles documentários de TV sobre pessoas famosas. Possui um narrador, uma câmera a lá The Office, que fica se movendo durante a gravação e também imagens de arquivos que são apresentadas para explicar algumas situações para os telespectadores (fazendo parecer aquele programa E! True Hollywood Story ou algo do tipo).

Se você tem Netflix já devia ter começado a assistir. Arrested Development é uma série muito bacana. Muitos episódios são bem engraçadas, tudo acontece de forma bem maluca e inusitada (e as vezes exagerada). São situações em família que eu acho que ninguém normal passaria, mas a intenção dela, justamente, não é falar do cotidiano de uma família qualquer, senão não teria por que sair em um “documentário”!

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