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“I threw my pie for you” – Crazy Eyes.

Fala, galera renegada? Beleza? Sabe quando tem aquela série na sua lista de espera, você, finalmente, assiste e depois se pergunta “POR QUE EU DEMOREI TANTO PARA COMEÇAR?”. Então, trate de preparar essa reação para Orange is The New Black.

Resumindo: Piper Chapman é aquela típica garota branca, rica, com um noivo super legal, amigos que a amam e blá blá blá. Mas nem sempre foi assim – durante seus tempos de faculdade ela namora a traficante, Alex Vause. Como a maioria dos casais, Piper acaba ajudando Alex em algumas entregas para o exterior.

Depois do fim do relacionamento, tudo o que Piper quer é esquecer essa parte de sua vida e seguir em frente, até que, surprise, motherfucker! Ela vai presa! E é aí que a parte boa começa.

Orange is The New Black, por se passar em um presídio feminino, já é novidade (fora a série que eu não assisti mexicana, Capadócia). Além disso, ela foca em muitas personagens, em suas histórias antes de serem encarceradas e no que as levaram para lá – acho que todos já perceberam que eu não gosto de coisas restritas a, apenas, uma personagem. Também, o modo como cada uma é, com seus diferentes costumes, crenças e raças e como são obrigadas a conviver juntas. Sempre lembrando o que foi perdido no mundo lá fora em razão dos erros que cometeram e os conflitos pessoais de cada uma ao perceber isso.

Existem tantas personagens maravilhosas no presídio que se a Piper não estivesse na série, não faria a menor diferença… De início, claro.

“Por que de início?”, você, renegado, pergunta e eu respondo: porque eu nunca (eu digo “nunca” para dar ênfase, pois eu tenho uma memória de merda péssima) vi um crescimento tão grande de uma personagem em apenas uma temporada. Não digo em todos os aspectos, mas, em comparação com a garotinha mimada que chega ao presídio sem noção nenhuma de como o mundo é difícil, Piper melhora muito ao longo desses 13 episódios.

Eu não vou apresentar mais nenhuma personagem, para vocês poderem assistir a série com AQUELA curiosidade sobre a vida delas – AQUELA que te faz largar a vida e assistir tudo em um fim de semana. Agora, para melhorar, vou deixar para vocês a abertura, porque eu adoro e não paro de cantar nunca!

A série é baseada no livro de mesmo nome, sobre a história real de Piper Kerman e tem a mesma criadora de Weeds. É disponibilizada pelo Netflix, tem, em média, 60 min por episódio e retorna dia 6 de junho.

Espero que vocês assistam, gostem tanto quanto eu e comentem o que acharam.

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