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Olá senhoras, senhores, hominídeos e seres que extrapolam a realidade.
Gabu novamente aqui, dessa vez para tentar descarregar um pouco da carga de informação que vem me assolando ultimamente.

Imagino que a essa altura você já saiba quem é Lucy. Se ainda não sabe, dá uma olhada qui na critica do Bob. Um conselho: vá ver o filme. Para mi, é o melhor filme de ficção científica do ano (por enquanto – estou olhando para você Interstellar) e ainda por cima tem a Scarllet Sua Linda Johansson, e isso já motivo suficiente para ver o filme.

Resumo rápido com o mínimo spolier possível: Scarllet é Lucy, que por um efeito de uma droga, começa a usar mais de 10 % do seu cérebro e ganha alguns poderes muito fodas como telecinese, capacidade de adquirir conhecimento instantaneamente e outras coisas mais que não vou contar, pra você ir lá e ver o filme.

Não quero falar sobre o mito de não usarmos mais de 10% do nosso cérebro (sim, mito, tá aqui na Wikipédia então é verdade (o mito). Quero falar sobre a nossa real capacidade de “assimilarmos” novas coisas, de realmente expandirmos nossa capacidade para mais de 10%.
Como disse lá no começo, tenho tido uma grande carga de informação ultimamente. Sinto como se as coisas estivessem acontecendo todas juntas.
De uma só vez, tive que lidar com mudanças drásticas de trabalho, de vida, com problemas de saúde, com uma reforma no apartamento, com um grande projeto no trabalho que me demandou o aprendizado de uma nova tecnologia. E é claro, tudo isso sem parar de trabalhar, me divertir e de respirar (sendo que esse último, algumas vezes tinha que lembrar).

Mas acabei me deparando com algo mágico. Em uma semana e um ritmo alucinado eu estava louco subindo pelas paredes, em quinze dias estava achando tempo para um game. Agora quase um mês depois do “tudo ao mesmo tempo agora” eu estou adaptado e até enxergando tempo livre (que logo vai faltar, certeza).

Mas eu me adaptei, eu consegui extrapolar o que eu achava que era meu limite, e eu fico feliz de ter feito isso não pela primeira vez e nem pela última. Eu fico feliz de ter a capacidade de conseguir “me melhorar” a cada grande onda de mudanças.

E fico triste ao mesmo tempo que vejo muitos amigos e conhecidos no mesmo marasmo. Com a preguiça, sem a vontade de tentar, de acharem que já chegaram ao seu ápice.
Comparando com a Lucy, talvez falte para eles a “droga” certa. Olho para as vezes que consegui ultrapassar o que na época achava ser meus 100%. Sempre tinha algum objetivo me puxando, sempre tinha uma “droga” que me fazia ir além do que eu achava ser possível.
Essa é a mensagem que eu quero passar aqui nesse texto, que assim como a Lucy que só descobriu que podia extrapolar sua capacidade após usar a droga, nós também devemos ter e buscar essa “droga”, nosso objetivo(s) seja ela próximos e/ou distante, para assim podermos ser mais do que achamos poder ser, alcançar nosso 100%, nosso 150% e quem sabe conseguir chegar ao nível de extrapolarmos aqui, que nas nossas vidas chamamos de realidade !!

Tente !!! Pelo menos tentando já é melhor do que ficar parado !
Fico por aqui, e nos encontramos em todo lugar !!

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